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sexta-feira, 2 de abril de 2021

Lançamento do ZinExsicata

Seguindo as experimentações fanzineiras, hoje lhes apresento o microcartozine ZinExsicata! Trata-se de um zininho medindo 4,5 x 3,5 cm (por isso o micro), cartozine ou zine cartonero (conectado com o movimento cartonero). As páginas internas foram feitas a partir de um modelo de microzine gentilmente disponibilizado pelo Márcio Sno, as páginas foram modificadas e ajustadas para o tamanho desejado.


O nome faz alusão a Exsicata, que tradicionalmente, é uma amostra de planta coletada, prensada e seca, fixadas em papel cartolina de tamanho padrão (A3) com etiqueta identificadora com dados sobre a planta, quem coletou, local de coleta, etc sendo uma unidade básica da coleção de um herbário. O Herbário, portanto, é uma coleção científica de exsicatas. O zine não se constitui uma exsicata propriamente dita, pois a ideia não foi atender aos parâmetros exigidos, e sim ser um zine experimentação de arte botânica, etnobotânica e divulgação científica. A partir dele, o/a educador/a pode usar como ponto de partida/chegada para discutir temas científicos e propor criação de outros zines! CONFIRA O VÍDEO:

Algumas fotos do passo-a-passo:

































O ZinExsicata é mais um que compõe o acervo da nossa fanzinoteca itinerante!

Quer aprender a fazer um? Postarei o tutorial em nosso canal e temos oficinas em breve.

domingo, 10 de maio de 2020

Confira o vídeo do Gazy Andraus sobre ArtZines!

Conheçam o canal do Gazy Andraus onde ele fala, com toda sua expertise, sobre Fanzines e quadrinhos autorais, e nesse episódio ele fala sobre ArtZines, onde tive a honra de ser citada ao lado de outros/as grandes artistas fanzineiros/as! Grata Gazy Andraus, você me inspirou a fazer mais ArtZines! 




Deixo meu agradecimento ao Gazy Andraus pela citação em seu vídeo!

Professora Danielle Barros é uma das participantes do Documentário sobre a Fanzinoteca e do lançamento da 7ª edição do fanzine Peibê do Projeto Iffanzine/IFFMacaé

Pela primeira vez o fanzine PEIBÊ será lançado exclusivamente em versão online, sendo a excepcionalidade decorrente da pandemia do COVID-19. Conforme determinação das autoridades sanitárias e de saúde, o coletivo integrado por servidores e estudantes do Instituto Federal Fluminense Campus Macaé vinculados ao projeto Fanzinoteca, responsável pela edição do zine PEIBÊ, lançou mão das ferramentas digitais disponíveis, antecipando o lançamento da presente edição em versão para acesso nas plataformas online e para download.


Frame do vídeo documentário


Visamos colaborar com o enfrentamento do COVID-19 oferecendo mais uma edição do zine PEIBÊ, que traz a arte dos quadrinhos com características típicas dos fanzines, mantendo a fórmula já consolidada do zine, que congrega veteranos do fanzinato e jovens talentos revelados a partir do projeto de extensão acadêmica do IFF Macaé, localizado no interior litoral norte do estado do Rio de Janeiro.
Juntamente com o lançamento do zine, o Coletivo Fanzinoteca produziu, ainda, um vídeo-documentário intitulado: "Faça em casa e ganhe as ruas!", reunindo alguns dos autores presentes à publicação. O documentário apresenta aspectos de sua trajetória nos zines, presentes na vida, na arte, no ensino e na pesquisa, revelando o amplo potencial do zine como mídia comunicacional contra-hegemônica, como suporte a autoralidade, como ferramenta no ensino e aprendizagem.



Frames do vídeo =)


Estas e outras possibilidades atribuídas aos fanzines são promovidas pela Fanzinoteca IFF Macaé em sua trajetória de mais de 7 anos de projeto e 3 anos de corporificação da Fanzinoteca num espaço físico, onde se disponibiliza o acervo de fanzines produzidos pelos estudantes vinculados ao projeto, bem como os doados pela comunidade zineira e obtidos a partir de habituais trocas.
O vídeo e o zine evidenciam os atributos proeminentes do zine em tempos de distanciamento social, mas jamais um isolamento comunicacional: "faça você mesmo, do seu jeito, com recursos acessíveis e bote o bloco na rua".
Coordenação FANZINOTECA: Beralto - Alberto de Souza Ubirajara Santiago Andrea Barbosa.
Revisão: Valdênia Lins (Jornalista).
Peibê é uma publicação alternativa editada pelo projeto de extensão FANZINOTECA IFF Macaé, sob a chancela do Instituto Federal Fluminense campus Macaé.

Participam do zine PEIBÊ#7:
Beralto - Alberto Souza
Catia Ana
Cervo
Ciberpajé - Edgar Franco
David Beat
Edson Baptista
Elidiomar Silva
Fabio Barbosa da Silva
Gazy Andraus
Jackeline Silva
Josi Om
Karoll Castro
Keven Rocha
Luci Boa Nova Coelho
Mestre dos Magros
Danielle Barros (UFSB)
Sandro Leonardo
Sara Gaspar
Thina Curtis
Ubirajara Santiago


ACESSE AQUI A EDIÇÃO 7!

terça-feira, 18 de junho de 2019

Faça parte da ANZINE: Ficha de inscrição na Associação Nacional de Pesquisa e Criação em Fanzines

Identidade visual da ANZINE
Link para inscrição: https://forms.gle/LPoXa7Pwwcp3SuJD9

O que é a ANZINE?
A Associação Nacional de Pesquisa e Criação de Fanzines (ANZINE) com sedes no IFF – Instituto Federal de Fluminense, em Macaé-RJ, cujo campus possui a Fanzinoteca de Macaé; e na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), campus Paulo Freire em Teixeira de Freitas-BA (a ser implementada); se propõe a ser uma associação de pesquisadores/as envolvidos/as com a pesquisa, criação e o desenvolvimento científico e pedagógico acerca dos Fanzines, com desmembramentos nos zines, biograficzines e zineletrônicos, e todas as demais manifestações do amplo espectro dos fanzines.

A ANZINE foi idealizada inicialmente pela pesquisadora e fanzineira Dra. Danielle Barros (UFSB) com o estímulo inicial dos pesquisadores e também fanzineiros Alberto de Souza (Beralto) (IFF-MACAÉ), Dr. Edgar Franco (Ciberpajé – UFG) – que sugeriu o nome para a associação -, e Dr. Gazy Andraus (UFG), formando assim o núcleo inicial de criadores da ANZINE. A associação vê o/a “fanzine[1]” como uma modalidade paralela de publicação autoral e/ou em grupo, ou seja, paratópica, já que não se configura como uma publicação oficial, embora extremamente importante como construtora social, e que existe desde o final da década de 1920/30, e batizado/a em 1940 por Russ Chaveneut, nos EUA. Embora inicialmente fossem os zines publicações com contos e textos amadores atinentes à literatura da ficção científica, propagaram-se pelo mundo ampliando os temas aportando em 1965 no Brasil incluindo inicialmente como um dos temas de destaque, as histórias em quadrinhos (HQs)[2].

Atualmente, o universo fanzineiro se desdobra com eventos e exposições no mundo inteiro, como no Canadá, EUA, Toronto, França, Portugal, Taiwan, Brasil e outros, e abriga coleções em bibliotecas públicas, ou de faculdades e universidades, e ainda como espaços e locais destinados a eles/elas, fanzines, no que se convencionou chamar de fanzinotecas , ou fanzinetecas, e ainda zinetecas, como a recentemente inaugurada  FanzinoteKa de Barueri-SP (denominada de Fanzinoteca “Thina Curtis” em homenagem à idealizadora do evento “Fanzinada”) e a Fanzinoteca IFF – do Instituto Federal Fluminense).

Além disso, os fanzines, especialmente no Brasil e a partir do início deste século XXI, começaram a ser mais conhecidos, compreendidos e utilizados na educação, sobretudo por seus aspectos multi e interdisciplinares, desde o ensino fundamental e médio chegando ao universitário, incluindo na pedagogia da EJA, na formação de jovens e adultos, na formação de educadores/as e até em cursos de pós-graduação.

A proposta da ANZINE tem como aglutinador de pesquisa e criação seu objeto, o fanzine (e suas derivações), sendo por isso um espaço livre e interdisciplinar desde sua concepção. Em seus princípios gerais, entende que são justamente as diferentes perspectivas das diversas áreas do conhecimento que possibilitam a melhor compreensão de um todo imiscuído na vida e na realidade autoral de cada indivíduo na sociedade, que tem na criação de seu fanzine (ou zine, ou biograficzine[3]), um melhor diálogo entre si e a realidade cotidiana social que o permeia.

Destacamos ainda que o fanzine, por não ter caráter comercial, propicia uma fraternidade entre seus idealizadores e colaboradores que não tem par nas outras modalidades de expressão. Assim, o fanzine é aglutinador, traz o humanismo necessário, mais ainda em tempos atuais de discussões e querelas sem reflexão que despontam nas redes sociais como o “Facebook”, cujo caráter original, embora seja também aglutinador, perpassa uma premissa de conteúdo publicitário e comercial. Assim, o/a fanzineiro/a geralmente é conhecedor intuitivo de que seu trabalho existe numa modalidade paratópica à comercial, e que busca o entrosamento, o diálogo e confluência e troca de ideias, bem como de expressões artísticas sejam quais forem (textos, contos, HQs, HQforismos, cartuns, poesias, miscelâneas, etc.), desvinculando-se de competições e salvaguardando um sentimento fraternal pouco propalado nos sistemas sociais ora vigentes.

Assim, plantamos a semente e damos início à ANZINE no contexto do ‘IV ENTRE ASPAS’ em Leopoldina/MG, já propondo e aplicando oficinas com o tema fanzine para os participantes do evento.

Esperamos que apreciem este iníciozine. Abraço fraternal a todos/as, e sejam bem vindos à ANZINE!

Danielle Barros, Edgar Franco, Alberto Souza e Gazy Andraus!


Veja como foi a criação da ANZINE https://ivsacerdotisa.blogspot.com/2019/06/veja-como-foi-criacao-da-anzine-durante.html
Saiba mais sobre a ANZINE: https://ivsacerdotisa.blogspot.com/2019/06/criacao-da-anzine-associacao-nacional.html

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Criar Cura fanzine de Danielle Barros IV Sacerdotisa em versão digital - leia e compartilhe!

Completando um ano do lançamento de Criar Cura, e mais um ciclo de vida, disponibilizo a todos esse fanzine tão querido para leitura on line!

Sobre o fanzine, o texto do lançamento:
"Este zine foi inteiramente criado no dia 31 de agosto de 2016 como um ato mágico criativo para vivenciar a passagem de mais um ciclo de aniversário. No dia 31 de agosto acordei cedo e aproveitei o dia inteiro fazendo coisas que eu gosto, desenhando, lendo, fazendo coisas do doutorado, em contato com a natureza, família e pessoas especiais. O Ciberpajé desafiou-me, sugeriu que eu criasse um zine inteiro nesse dia e eis aqui o resultado!
Decidi colocar o nome do zine de “Criar Cura”, pois me lembrei de uma conversa em que eu explicava a alguém que o ato de criar fazia com que eu amasse minhas criações incondicionalmente e isso era uma forma de amar a mim mesma. Cada criação minha, mesmo com todas as limitações, são como filhas lançadas ao mundo, e pouco importa se elas são “perfeitas” ou não aos olhos dos outros, para mim elas são pura perfeição pois, mais importante do que a arte finalizada em si, é o ato criativo que importa. Como diz o Ciberpajé, “o ato criativo é um ato curativo”. Então, o caminho que tenho seguido para o autoconhecimento e o amor próprio é o caminho da criação!
Espero que gostem.
Danielle Barros IV Sacerdotisa 
Criar Cura, A5, 8 páginas preto e branco, zine poético filosófico."

Postagem do lançamento aqui

Veja o vídeo e postagem sobre o lançamento de Criar Cura em Goiânia aqui

Leia a resenha do querido Henrique Magalhães sobre Criar Cura aqui

AGORA APRECIE ESTE FANZINE QUE EU AMO, no Issuu, espero que gostem:


Todos os direitos reservados. Fanzine registrado no Escritório de Direitos Autorais na Fundação Bibilioteca Nacional, RJ. Uso de imagens e textos somente mediante citação de autoria de Danielle Barros. Contato com a autora: danbiologa@gmail.com