1. Como surgiu a ideia de criação do capítulo, e em quais pontos que resolveram focar para abordar questões sensíveis relacionadas à saúde feminina?
O capítulo intitulado
“Fotonovelas sobre vida, saúde e sexualidade feminina: Produções autorais no
contexto da Educação Popular em Saúde (Projeto Papo de Mulher - UFSB/PROEX)” de
autoria de Danielle Barros (coordenadora do projeto) e Evllin Sousa Cardoso Oliveira (bolsista), foi um relato de
experiência de uma oficina de fotonovela realizada no âmbito do projeto de
extensão Papo de Mulher, da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), e
surgiu a partir da apresentação de trabalho no congresso VI Fórum Nacional de
Pesquisadores em Arte Sequencial (VI FNPAS), em 2022.
O livro denominado “O
saber em quadrinhos: pesquisa, práticas e produção de conhecimentos, volume 1”,
reuniu os artigos aprovados e apresentados no VI FNPAS. A publicação possui
conselho editorial e científico e constitui-se uma iniciativa da Associação de
Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS) em parceria com o Núcleo de Pesquisa
em Quadrinhos (NuPeQ), da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). O livro pode ser baixado gratuitamente no site da
ASPAS, nosso capítulo começa na página 104 até a página 123: https://drive.google.com/file/d/1FoVvshADgWupb4VoZSQhE3kqbMzRoV0q/view
A escolha dos assuntos
de cada fotonovela ficou a critério de cada autora. Mas antes de falar sobre os
temas das produções das participantes, vou explicar um pouco como foi realizada
a oficina: Organizada em dois encontros síncronos e um assíncrono entre eles,
os síncronos aconteceram por meio do Google meet devido às exigências
sanitárias (COVID-19) que ainda estavam em vigor, em março de 2022. A oficina
contou com 09 participantes de cinco diferentes estados (RJ, SP, MG, GO, BA),
com pluralidade de formações acadêmicas como Ciências Biológicas, Química,
Pedagogia e Medicina. No primeiro encontro (síncrono) apresentamos a
conceituação das fotonovelas; relação das fotonovelas com a educação; direitos
das mulheres quanto à autonomia, saúde e sexualidade; espaço para momento interativo
das participantes com apreciação de fotonovelas antigas, memes, charges,
cartuns e posts para reflexão de estereótipos, violências, conquistas, lutas, e
do “lugar” da mulher na sociedade, em suas diferenças e vivências
interseccionais no contexto histórico-social; discussão sobre aspectos técnicos
de enquadramentos, cores e roteiro das fotonovelas; aproximações com a
linguagem em quadrinhos; passo a passo para construção das fotonovelas tanto de
forma digital quanto impressa; aspectos éticos com solicitação de autorização
para o uso das imagens. No segundo encontro (assíncrono) foi criado um grupo no
Whatsapp para orientações e colaborações mútuas, compartilhamento de ideias,
indicações de materiais e ferramentas virtuais a serem utilizados pelas participantes
durante as suas criações das fotonovelas. Nesse momento houve a produção
propriamente dita das fotonovelas. No terceiro encontro (síncrono) houve o
momento de socialização das fotonovelas criadas em que cada participante
apresentou a sua ideia, suas histórias, processos de criação, estratégias
criativas e narrativas, inspirações e desafios durante a execução. Por último,
todas as participantes avaliaram a oficina através de um formulário online. A
oficina teve certificação de 12 horas.
Com a oficina
finalizada em março de 2022, coube à equipe do projeto reunir as fotonovelas em
um zine coletivo montado em formato digital e disponibilizado na plataforma
Google drive em pdf para download gratuito. As fotonovelas ficaram muito
legais, você pode baixar o zine aqui - Papo de
Mulher: Almanaquezine de Fotonovelas: https://www.canva.com/design/DAFMuuNWjHA/jOmhhCVrxTsmXGHUhnbPZg/edit?utm_content=DAFMuuNWjHA&utm_campaign=designshare&utm_medium=link2&utm_source=sharebutton
O zine
Papo de Mulher teve uma repercussão tão incrível, que para nossa surpresa
ganhamos até uma premiação nacional! Após votação popular (o qual nem sabíamos
que estávamos concorrendo), a publicação ganhou o troféu Angelo Agostini, na
categoria fanzine, no dia 30 de janeiro de 2024, Dia do Quadrinho Nacional.
Em sua 39ª edição, a Premiação é uma iniciativa da Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC) e celebra as melhores produções no âmbito das histórias em quadrinhos no Brasil. A celebração com o anúncio de vencedores do Troféu Angelo Agostini aconteceu em cerimônia on-line ao vivo através do canal da AQC no YouTube no dia 30 de janeiro de 2024, e as vencedoras receberam um diploma. Na ocasião, participaram cartunistas e quadrinistas de grande importância nacional como Laerte Coutinho, Bira Dantas, Helô D’Angelo, Laudo, Adriana Melo, Nilson Azevedo e muitos outros. Neste post você pode acessar o link da premiação: https://ivsacerdotisa.blogspot.com/2024/01/papo-de-mulher-ganha-premio-nacional-no.html
Papo de Mulher tem 24
páginas coloridas, a capa, em seguida duas páginas com as fotos e breve
descrição das autoras, escrita por elas mesmas. Em seguida uma página com breve
introdução sobre a publicação, no contexto do projeto de extensão.
Posteriormente o sumário, e na sequência, cada uma das fotonovelas. Nas páginas
finais inserimos uma proposta “Que tal criar sua própria fotonovela?”, com o
objetivo de fomentar que o público, seja da área da educação ou qualquer pessoa
interessada no tema, possa criar sua própria história ou aplicar em suas
práticas pedagógicas.
Na capa final, o
expediente com informações da publicação (autoria, ano, local,
projeto/instituição) e QR Code para acesso digital. Além disso, uma tiragem
impressa de 60 unidades foi montada artesanalmente pela equipe do projeto,
cujos exemplares foram enviados via correio para as autoras das fotonovelas e
distribuídos em um evento internacional, como uma ação de “pré-lançamento”
durante o XVI Congreso de la Asociación Latinoamericana de Investigadores de la
Comunicación (ALAIC), em Buenos Aires (Argentina), na oportunidade da
apresentação de outro trabalho de pesquisa realizado sobre o tema, intitulado:
“Mapeamento da utilização de Fotonovelas na educação e comunicação em saúde”,
em setembro de 2022. Viramos notícia no Correio do Estado da Bahia: https://correiodoestadobahia.com.br/?p=6452
O lançamento oficial
do zine ocorreu através de uma Live no Youtube pelo canal Ciarte em novembro de
2022 contando com a presença da maioria das autoras e certificação de presença
(2 horas). Se quiser assistir o lançamento, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=zUCgSp1tnCs&t=10s Além disso, o
projeto participou da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia com uma Exposição
científica em forma de banner, em evento presencial no Campus Paulo
Freire, novembro de 2022.
Voltando a falar
sobre as temáticas das fotonovelas escolhidas por cada autora, a publicação
apresenta a pluralidade das perspectivas quanto às diferentes vivências do
papel da mulher e sua autonomia no meio social abordando temas diversos como:
saúde da mulher negra; aleitamento materno; políticas públicas e pobreza
menstrual; infância; relações amorosas e familiares abusivas; saúde mental; e
assédio moral e sexual no mundo acadêmico.
2. Quais foram os principais desafios enfrentados durante o processo de produção do capítulo?
Como comentei em uma outra entrevista,
um dos maiores desafios que temos enfrentado é administrar o tempo com as
demais tarefas da vida. Tanto eu quanto a bolsista Evllin, que é estudante de Medicina da UFSB, temos uma rotina
muito sobrecarregada. Nesse sentido,
executar os planos de trabalho do projeto de extensão, que envolve: planejar,
realizar oficinas, elaborar materiais educativos, divulgar as ações, avaliar as
atividades, tabular os resultados coletados, escrever manuscritos para
publicação, elaborar relatórios, entre outras atividades, sempre atendendo a
prazos curtos, tem sido um dos principais
desafios.
Por outro lado, é
inegável a importância da comunicação científica, ou seja, fazer com que os
dados e resultados do projeto de extensão cheguem à comunidade acadêmica e
também atravessem os muros da universidade. Portanto, mesmo em meio a todas as
demandas de docente em regime de dedicação exclusiva da UFSB, - que assim como outros
colegas, atuo como membro em colegiados,
comissões, grupos de trabalho, coordenações, consultorias, reuniões, oriento
estudantes, além do preparo e realização de aulas, correção de trabalhos
participação em congressos, apresentação de palestras, tudo isso ocorrendo em
simultâneo às demandas pessoais e familiares, - é necessário publicar e
divulgar o projeto e os resultados de forma ampla e em diversos âmbitos, tanto
acadêmicos (em forma de capítulos, livros, artigos, congressos) quanto em
ambientes fora da universidade: nas praças, exposições culturais, em rádios, em
mídias alternativas, fanzines, rodas de conversas, etc.
3. Como vocês avaliam
o impacto das fotonovelas na conscientização e no empoderamento das mulheres em
relação à sua própria saúde e bem-estar?
Durante revisão de literatura realizada
pela equipe do projeto na etapa de elaboração do material de apoio (slides)
da oficina, verificamos de forma recorrente a constatação de que, embora
existam iniciativas com o uso fotonovelas na educação, as pesquisas acadêmicas
sobre o tema ainda são pouco frequentes no Brasil. No entanto, diversas
pesquisas acadêmicas na literatura internacional atestam que as fotonovelas têm sido utilizadas com populações na educação em
saúde para comunicar mensagens sobre diversos temas como HIV, tuberculose,
depressão, doença de Alzheimer, obesidade, câncer de mama, entre outros. Alguns
pesquisadores e pesquisadoras afirmam que o que
tornam as fotonovelas singulares no contexto da comunicação em saúde é
que elas incorporam elementos visuais
chamativos, aspectos culturais e texto de compreensão simples, com mensagens
educacionais inseridas em uma história cômica e/ou dramática, com personagens
em circunstâncias cotidianas as quais o público pode se identificar e se
sensibilizar sobre questões de saúde, promoção da saúde e combate a
estigmas.
Na oficina relatada no capítulo de
livro em questão foram 8 histórias elaboradas por (autoria/título): Aline Baffa
(“Red Flags”), Ana Basaglia (Era uma vez), Andréa Rocha (Saúde da Mulher
Negra), Ane Cattariny Nossa (Como nosso passado deteriora o futuro!), Danielle
Barros (Sentindo na pele), Evllin Oliveira (A professora do B-A-BÁ), Jéssica
Souza (Criança tem que ser criança) e Thina Curtis (É coisa de mulher). Os
resultados decorrentes das avaliações realizadas durante o projeto denotam
relevância da iniciativa, foi unânime, dentre as respostas das participantes,
os seguintes posicionamentos: consideraram-se satisfeitas com a oficina;
afirmaram que o conteúdo foi pertinente para discussão; concordaram que
usufruíram de um espaço diálogo para discussão e que os temas discutidos foram
do seu interesse. Quanto à organização do material, 71,4% se considerou muito
satisfeita e 28,6% satisfeita. Em relação ao tempo dos encontros: 85,7%
consideraram suficiente e 14,3% sugeriu disponibilizar maior quantidade de
encontros síncronos para discussão. Sendo assim, a oficina de fotonovelas foi
uma forma enriquecedora de iniciar as atividades do projeto, possibilitando uma
interação horizontal com as participantes que tiveram liberdade para expressar
suas ideias acerca de diversas temáticas pertinentes para si mesmas. O
compartilhamento dos processos criativos de cada uma e suas diferentes
vivências permitiu a construção de conhecimentos e fonte inspiradora para
trabalhos pedagógicos, acadêmicos, artísticos, pessoais, dentre outros, segundo
falas das participantes.
Portanto, nós da equipe do projeto temos a percepção nítida que a forma
leve e lúdica que propomos as discussões contribuíram para sensibilizar e
discutir temas relacionados à saúde e bem-estar de cada mulher. Aqui concebemos
a saúde de uma forma ampla, aquela que considera aspectos psicossociais e os
determinantes sociais da saúde, ou seja, “papo de mulher” são assuntos que
consideram: fatores sociais, econômicos, culturais, étnicos/raciais,
psicológicos, ambientais; políticos; governamentais;
culturais e subjetivos que afetam positiva ou negativamente a saúde e a vida de
cada uma de nós.
4. Qual é o papel das
fotonovelas na abordagem interdisciplinar da saúde feminina, considerando
aspectos como meio ambiente, estilo de vida e condições socioeconômicas?
As fotonovelas são publicações
sequenciais que unem a linguagem das histórias em quadrinhos e fotografia, que,
através de fotografias justapostas com balões de diálogos, apresentam dramas
narrativos com romances, amizades, histórias de sofrimento e superação, etc.
Essas publicações surgiram na Itália após a Segunda Guerra Mundial, e no
Brasil, chegaram à década de 1950, como produto da indústria cultural e
comunicação de massa, derivada da indústria do cinema. Nessas fotonovelas era
comum uma abordagem geralmente apresentando uma heroína de origem humilde que
busca um amor inacessível, repletos de obstáculos de ordem social, dilemas
éticos e amores proibidos, alcançando seu ideal de felicidade ao final da
trama. As personagens tinham características psicológicas apresentadas de forma
superficial, e em geral, estereotipadas. Segundo a pesquisadora Raquel Miguel,
essas revistas eram taxadas como "subliteratura", bobagem, leitura
vazia, "leitura de mulher", ou seja, atrelando algo supostamente
ligado ao “universo feminino” como algo de menor importância.
Segundo a pioneira nos estudos sobre
fotonovelas, a pesquisadora Angeluccia Habert, o que torna a fotonovela um
objeto de abordagem sociológica não ocorre por suas particularidades
expressivas ou sua constituição como linguagem em si, mas por serem produtos de
uma indústria cultural e veicularem conteúdo consumido cotidianamente por um
grande público, ou seja, por constituírem-se um fenômeno da cultura de massa.
Nesse sentido, de acordo com a autora, a fotonovela ou qualquer outro meio de
comunicação de massa não deve ser compreendida como uma produção de origem
popular, ou seja, como produção a partir de grupos sociais desvinculados ao
poder.
Porém, em nosso projeto de extensão as
fotonovelas não estão situadas na acepção que Habert refere-se, enquanto
comunicação de massa, e sim como uma apropriação da fotonovela enquanto linguagem
no contexto da educação popular em saúde. Em nosso contexto, as fotonovelas
compuseram um fanzine coletivo, sendo produções autorais e independentes que
não se configuram como produtos comunicacionais de “reprodução de poder” do
mercado editorial.
Dessa forma, propomos a “subversão” do
conceito original de fotonovela, ao nos apropriamos da mesma como linguagem
aplicando-a a uma abordagem educacional dialógica e popular, desta vez,
refutando a reprodução de preconceitos e estereótipos, propiciando o
protagonismo das mulheres que puderam ser autoras, designers, roteiristas,
fotógrafas e escritoras de suas próprias histórias, com temas pertinentes às
suas escolhas, de acordo com seus contextos de vida, motivações e inquietações.
5. Pretendem dar
seguimento ao capítulo, em novos projetos, seguindo o mesmo raciocínio sobre
vida, saúde e sexualidade feminina?
Cada capítulo, artigo, apresentação de
trabalho são comunicações e divulgações científicas com os resultados parciais
e sempre em andamento do nosso projeto de extensão. Portanto estaremos
sempre dando seguimento! Inclusive o presente projeto hoje intitulado “Papo de Mulher na Educação Científica: Proposições de
práticas pedagógicas lúdicas e decoloniais para o ensino de ciências e saúde”
(Edital 04/2023 Proex UFSB) é uma continuação do projeto, criado em 2021
chamado “Tecendo Diálogos e Reflexões sobre
Saúde e Sexualidade entre Mulheres através de Fanzines” aprovado em edital da
Extensão Popular da Universidade Federal do Sul da Bahia (PROEX-UFSB), campus
Paulo Freire, apelidado por votação popular como Papo de Mulher.
O foco atual do
projeto é ampliar o alcance e as temáticas, promovendo diálogos
interdisciplinares e interseccionais, propondo reflexões de práticas
pedagógicas e elaboração de materiais educacionais lúdicos na mediação de
conhecimentos, como jogos didáticos, fotonovelas, quadrinhos, fanzines, lambe
arte, entre outros, para contribuir para efetivação de abordagens de ensino
decoloniais, feministas e antirracistas, no âmbito da saúde e da ciência. O
objetivo geral do projeto de extensão consiste em elaborar, aplicar e avaliar
proposições de práticas pedagógicas lúdicas e decoloniais para o ensino de
ciências e saúde, com enfoque em temáticas interseccionais relacionadas à saúde
da mulher, sexualidade e relações étnico-raciais, através de oficinas e
materiais educativos que articulam saberes populares e científicos, conforme
metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.
Esse ano temos algumas
oficinas a serem realizadas, participações em congressos e manuscritos já
aceitos para publicação. Em agosto iremos apresentar dois trabalhos no
congresso internacional, na Universidade de São Paulo (USP): 8as. Jornadas
Internacionais de Histórias em Quadrinhos! Os trabalhos são: “Práticas
Pedagógicas lúdicas através de Fotonovelas para o ensino decolonial em Ciências
e Saúde” autoria de Evllin Sousa Cardoso Oliveira (bolsista) e eu. E o trabalho
“Processo criativo da elaboração de Fotonovela sobre Primeiros Socorros com
foco em desengasgo para aplicação em escolas da Educação Básica” em coautoria
com Samuel Bomfim, bolsista do outro projeto de extensão “Primeiros Socorros
nas Escolas” (Edital 03/2023).
Nós do projeto Papo de
Mulher agradecemos a oportunidade de divulgar nosso trabalho! E para que vocês
possam acompanhar as novidades e se inscreverem nas nossas próximas ações,
convido a seguirem nossa página no instagram! https://www.instagram.com/papodemulherufsb/
Veja outras notícias do projeto:
Vencedores do 39º Troféu Angelo Agostini https://aqc-sp.com.br/2024/01/30/vencedores-do-39o-trofeu-angelo-agostini/
Professora Danielle Barros (UFSB) participa do congresso 7as. Jornadas Internacionais de Histórias em Quadrinhos na USP com apresentação de trabalho e lançamento de livro https://ivsacerdotisa.blogspot.com/2023/09/docente-da-ufsb-participa-do-congresso.html
Professora da UFSB (Campus Paulo Freire) apresenta trabalho em congresso na Argentina https://correiodoestadobahia.com.br/?p=6452
Projeto de extensão desenvolve fotonovelas para comunicar sobre educação em saúde https://ufsb.edu.br/ultimas-noticias/3831-projeto-de-extensao-desenvolve-fotonovelas-para-comunicar-sobre-educacao-em-saude
Projeto de Extensão "Papo de Mulher" ganha Prêmio Nacional no 39° Troféu Angelo Agostini https://ufsb.edu.br/ultimas-noticias/4449-projeto-de-extensao-papo-de-mulher-ganha-premio-nacional-no-39-trofeu-angelo-agostini
Papo de Mulher presente na exposição fotográfica da história dos 10 anos da Universidade Federal do Sul da Bahia https://ivsacerdotisa.blogspot.com/2024/02/papo-de-mulher-presente-na-exposicao.html
Papo de Mulher ganha Prêmio Nacional no 39° Troféu Angelo Agostini https://ivsacerdotisa.blogspot.com/2024/01/papo-de-mulher-ganha-premio-nacional-no.html
Papo de Mulher (UFSB) recebe Prêmio Nacional no 39° Troféu Angelo Agostini https://correiodoestadobahia.com.br/?p=10715
ASPIANA É CONTEMPLADA COM TROFÉU ANGELO AGOSTINI https://blogdaaspas.blogspot.com/2024/02/aspiana-e-contemplada-com-trofeu-angelo.html
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